Lançamento: Kit Educativo resgata a memória operária de Perus

Material pedagógico gratuito conecta a história dos Queixadas com a sala de aula e a comunidade.

O Centro de Memória Queixadas – Sebastião Silva de Souza apresenta o novo kit educativo do projeto “Duas Décadas de História: quem eram os funcionários da Cimento Perus?”. Viabilizada pelo PROAC nº 37/2024 (Salvaguarda de Acervos e Museus), a iniciativa resgata a experiência dos trabalhadores que marcaram a história social e trabalhista de Perus e do Brasil.

Memória Viva e Educação Patrimonial

Muito mais que um registro do passado, este material foi estruturado para ser uma ponte entre o acervo histórico e a comunidade atual. Em formato de livreto digital, o kit reúne conteúdos exclusivos e dinâmicas pedagógicas desenvolvidas para professores, educadores sociais e pesquisadores.

Os temas centrais abordam:

  • Trabalho e Resistência: A trajetória dos operários na Companhia Brasileira de Cimento Portland Perus.
  • História dos Queixadas: O legado de um dos movimentos grevistas mais longos e importantes da história brasileira.
  • Identidade e Território: A conexão entre a fábrica de cimento e o desenvolvimento do bairro de Perus.

Ferramenta de Diálogo para Professores

O objetivo central é transformar documentos e registros em ferramentas de diálogo. O kit oferece propostas práticas para serem aplicadas em sala de aula, estimulando reflexões críticas sobre memória e os direitos dos trabalhadores, conectando o passado operário às questões do presente.

Esta iniciativa é realizada com recursos do ProAC 37/2024 – Salvaguarda de Acervo de Museus, o Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. O fortalecimento do acesso aos bens e serviços culturais, realizados com recursos públicos e por meio de políticas de incentivo, é um compromisso do Governo do Estado de São Paulo com o povo paulista.

1 responder

Trackbacks & Pingbacks

  1. […] as fichas que integram o novo kit educativo do CMQ, o público é provocado a “se colocar no lugar” do trabalhador, preenchendo […]

Os comentários estão fechados.